segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Festinha no campo

Ontem fomos na festa de dois aninhos da Duda, filhota de amigos queridos. Não teve convite, daqueles de papel, foi um telefonema convidando cheio de vontade que fôssemos. Também não teve lembrancinhas na saída (aquelas, que estão tão na moda). Também não tinha música (sem Xuxa berrando!). Mas foi uma das melhores festas que fomos, e, sem sombra de dúvidas a que a Sophia mais se divertiu. Festa no campo, muita grama pra correr, mas muita mesmo. Árvores e mais árvores, cavalos, cachorros, e muito passarinho cantando. A Sophia não parou de correr pelo pátio da casa, adorou ver os cavalos, catar galhos e se esconder. E amou comer "salgaldinho preto", traduzindo: brigadeiro. Na volta pra casa capotou no carro ao som do Tempo de Brincar:

" Peixinho,
Peixinho,
Cuidado com o rio
Ele tem segredos
que você nem viu..."

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Mamãe baixinha...

Enquanto eu trocava ela ontem a noite, Sophia olha pro móbile do Pablo pendurado no teto (que eu não alcanço!)
- Mãe, tu não alcança no Pablo?
- Não filha, a mãe não alcança.
- Então cresce, mãe!

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

O primeiro tombo e a primeira ida ao Pronto Socorro

Sophia já levou vários tombinhos, mas sempre foram aqueles de cair, chorar e seguir o baile. Nem aqueles comuns tombos de bebê ela teve. Mas sábado passado nos deu um sustão, correndo com a dinda caiu de costas e bateu com a cabeça na calçada. E foi uma batida daquelas de fazer barulho e coração de mãe quase parar de susto. Quando fomos juntá-la do chão, no colo do pai, ela meio que revirou os olhos, e ver aquela expressão no rosto dela, me fez sentir o maior medo do mundo. Na noite anterior eu havia lido alguns capítulos do livro do nosso pediatra, e, um deles, era sobre o que fazer quando a criança bate com a cabeça. A recomendação principal dele: manter a calma. Isso foi quase impossível pra mim na hora, quanto mais eu tentava ficar calma, mais nervosa eu ficava. Felizmente o Antonio conseguiu se manter calmo por nós dois. Por sorte estávamos a menos de uma quadra do pronto socorro e fomos direto pra lá. Já na entrada o guarda disse que só uma pessoa poderia entrar com ela, o pai entrou enquanto eu fiquei fazendo o boletim. No atendimento também não queriam que entrássemos os dois. Mas eu nem cogitei não entrar, e entramos os dois. No final das contas, depois de fazer alguns exames de raio x, tudo bem com nossa pequena, nenhuma fratura. Observação de 24 horas e acordar de 2 em 2 horas após dormir. As 24 horas fecharam ontem e a pequena cabeça dura nem parecia que quase havia quebrado a calçada. Valeu papai do céu. Mas o susto na hora é tão grande, que mais parece um pesadelo.

*O livro do tio Alaxandre (Tem Filhos? Prepare-se para eles), que é o pediatra da Sophia desde sempre, acompanhou meu parto, é muito bacana, de linguagem simples e com os problemas nossos de casa dia, como por exemplo, bater com a cabeça. Sophia participou conosco da sessão de autógrafos do livro na semana passada e até tirou fotinho como o escritor!