quinta-feira, 26 de maio de 2011

Check-up zinhos...

Esta semana Sophia fez a segunda consulta periódica ao dentista e a primeira com o oftalmo (indicação do pediatra após completar 2 anos).
Nas duas consultas essa guria foi uma fofa que só. Na segunda-feira na dentista sentei naquela cadeira dos horrores (mas ela ainda não sabe disso) com ela no meu colo. A dentista olhou, examinou, escovou com escovinha que faz aquele barulhinho dos horrorres (que ela ainda também não sabe disso). E Sophia ali feliz da vida. Ainda faltam 4 dentinhos pra nascer, uns que moram lá no fundão e que devem nascer até os 3 anos e meio. E os dentinhos que já nasceram estão todos fofos e felizes. Dentista ficou feliz também, elogiou os dentinhos, a escovação e o uso do fio dental. Êba! E hoje foi o dia do oftalmo (outro fofo!). Sentada no meu colo na frente do médico Sophia respondeu perguntas, tipo idade, nome e sobrenome. Ai meu Deuso! E o papai? Perguntou o médico. Sumiu! Respondeu a mocinha. Que lindos olhos azuis! O oftalmo examinou com luzinhas, lentes, teste com brinquedos e tal, e ela no meu colo, tri na boa. Fim da consulta devolve o brinquedinho pro médico, diz obrigada, tiau e bom trabalho. O médico fofo amou as fofuras. E eu também AMO AMO AMO.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Primeira pérola

Eu tentando convencer a Sophia a tirar o chinelinho pra colocar o tênis hoje de manhã:
- Filha, tem que colocar o tênis pra ir pra escola, não pode ir de chinelinho.
- Não qué!
- Chinelinho só se usa em casa filha: o Ruán só usa o chinelinho em casa, a Maria Olivinha só usa chinelinho em casa...
- Eu sou eu!

Te cuida Nietzsche!

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Primeira noite sem você

Volta e meia leio por aí as histórias de mamães que viajaram pela primeira vez sem o filho. Pra quem não tem filhos talvez seja difícil entender qual a relevância deste tema. Até mesmo os papais às vezes não entendem o que significa pra mãe ficar alguns dias, ou mesmo um dia, longe do filho. Pois neste final de semana foi a minha vez de ter esta “primeira vez”. Fomos até a fronteira fazer compras no final de semana e decidimos deixar a SoSô em casa porque achamos que encarar maratona de free shop com ela não seria uma boa idéia. E não é mesmo. Sophia ficou em casa toda rodeada de amores: dinda Rafinha, Dudu, Mano, Vovó e tia Sônia. Reza a lenda que não chorou nenhuma vez, exceto ontem a tarde quando o Mano foi embora. Mas também pudera né, ficou rodeada de pessoas que ela ama. Eu que quase morri de saudade em uma noite e dois dias distante. Ela pedia pra ligar pra mim enquanto estávamos fora, daí a gente conversava no telefone e em uma das ligações ela me disse: “Vem pra casinha mamãe!”. Coisa fofa essa minha filha. Quando chegamos em casa ontem, no finalzinho da tarde, ela se jogava ora no meu colo, ora no colo do papai, cheia de saudade, que nem a gente.

No final das contas é muito bom saber que mesmo que precisemos ficar distantes, e isso acontecerá muitas vezes em nossas vidas, estaremos sempre conectadas e com o mesmo amor imenso que sentimos. E quando voltarmos pra casa, abraços apertados e amorosos falarão por nós.